Sistematização dos modos de viver/pensar, sem sombra de dúvida é a solução dos problemas por cima da problemática que, ainda desde o princípio tem importunado o homem. O homem como essência, como criação, como criador, ou como você quiser definir, é, o problema da problemática. Não o homem em si, mas o homem como definição de homem, seus ideais, propósitos, e etc.
Este caminho que o homem decidir como certo, é um caminho subjetivo, caminho de interpretações que podem ser hoje regras, e amanhã não mais, é como o sistema de computadores, que todo dia busca atualização de sistema, para se proteger de vírus e etc. Para a realidade pense no vírus como pensamentos ideológicos. Essa escolha de ter um sistema como modo de vida, é turbulento, e ofegante, é tipo – Se ficar o bicho pega, se parar o bicho come. Por isso, toda “direita” como toda “esquerda” vive colocando eu, você, como salvador da pátria, a escolha sempre vai estar em nossas mãos, hahaha, sqn, somo apenas a confirmação de que um deles pode estar certo. O lado que “nós” apoiarmos, será o lado que vai reinar como verdade absoluta. E assim sucessivamente, em todos países e lugares do mundo.
Se assim for, qual seria a verdadeira direção do correto? Estamos realmente perdidos em complexos de ideias? Para nós ocidentais, ou para a maioria das pessoas comuns, as maiores verdades (em questão de ser) estão sempre relacionada a religião, então quando abrimos nossos horizontes a perspectivas “intelectuais” (pelo menos as modernas, né), essas verdades passam a um campo mais “racionalista” (racionalista como força de expressão, já que desconhecem trabalhos como de Tomás de Aquino, Dum Scott, onde a relação entre racionalidade e fé é um pouco mais virtuosa, pelo menos em minha opinião) e assim começa a confusão sobre verdades absolutas e verdades absolutistas.
“Sê amigo da verdade até ao martírio; não sejas, porém, seu apóstolo até a intolerância”. Pitágoras
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