Poder da Política?

O poder nacional, poder em conjectura, é o que chamam de poder abstrativo, que é simbolicamente o Estado, que também é uma existência abstrativa de coalizão das pluralidades e direitos. Deixando de lado toda esta balela, o que não se pode negar é – O Dever Nacional, dever de manter a ordem social, a ordem pública.

“Nenhuma sociedade pode fazer uma constituição perpétua, ou sequer uma lei perpétua.”                                                                      Thomas Jefferson

O dever Nacional, ou hoje denominada erroneamente como Política, se materializou como formação de mentes, ou apropriação delas, que também é relativo, porque a formação de certa forma é a apropriação em si, sabendo-que a total imparcialidade é fantasia, porque desde nosso nascimento não temos conhecimento de nada além do que já é “programado” e este conhecimento de outrem, é por natureza influenciador. Conjecturando assim, nossa atual realidade, com inúmeras teorias e formas de poder, a dominação incessante por parte de pouco para com muitos, mas com a preocupação altruísta, que é incompreensível para quem não tem a formação ou apropriação mental dos formadores. Entrando assim, em um labirinto de interpretações, sob o poder, liberdade.
Mas como que o termo “Politica” se insere ou deveria inserir-se em nossa nova realidade? Seria política apenas sistematização dos deveres públicos? Ou seria a relação do dever público com as exigências da realidade?
Sabemos que a prática difere da teoria, tanto na ação quanto na consequência, e principalmente quando se trata de política, pois ela está diretamente ligada a relações humanas em sua base, e as relações humanas convenhamos que não é tão sistemática e padronizada como a política precisa ser. Vem então Política-Humana como relação, pensada por Aristóteles, definindo que a base da polis deveria ter como perspectiva o indivíduo como família, e toda política em abstrato seguiria a mesma lógica familiar. Mas pera, isso também não é uma corrente ideológica? Talvez sim, ou não, talvez seja o estado natural do homem não acha?



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Eu discuto minha personalidade como INTP – “lógico”, destacando minha inteligência, precisão e ceticismo. Faço uma análise funcional dos aspectos introvertidos e extrovertidos do meu pensamento, detecção e sentimento. Sugiro que os leitores façam o teste online para autoconhecimento. Como um INTP, sou crítico, dedicado e imparcial, e me concentro mais em ideias e atividades intelectuais do que no mundo real e nas coisas práticas.

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